Mulheres ganhando espaço nos Jogos Olímpicos
Por: Irisleide Alves
Em 1986, quando os Jogos Olímpicos
foram criados, apenas os homens podiam participar e naquela epoca o preconceito
era tão grande que a presença feminina era algo impensavel e inaceitavel, ate
mesmo para o idealizador do evento, o
barão francês Pierre de Coubertin. Mas as mulheres não se deixaram
abalar e foi com muita luta que conquistaram sua entrada nas Olimpiadas
estreando em Paris , no ano de 1900.
A edição daquele ano só contava com
duas das 95 provas disponiveis para as esuipes femininas: os torneios de golfe
e de tênis.
Mas o cenario atual mudou bastante e a
presença das mulheres obteve um exelente crescimento ao longo dos anos seja na
quantidade de provas destinadas a elas ( foram 302 em 2012) ou na porcentagem
do número de participantes ( 2,2% em 1900 ante 44,2% em 2012).
Os jogos Olímpicos do Rio de Janeiro
de 2018 foram o palco de uma importante quebra de marreira para as mulheres.
Segundo dados do COI (Comitê Olímpico
Internacional), a Olimpíada brasileira teve 48% de atletas do sexo feminino em
relação ao total de participantes.
Na edição de Londres, de acordo com números do COI, dos 10.568
participantes, 4.676 eram mulheres, 44,24%. O Brasil ajudou a puxar essa média
para cima, com 46% de atletas do se xo feminino (123 mulheres e 136 homens). O
número total é crescente desde a primeira edição da Era Moderna, em Atenas, em
1896, quando absolutamente nenhuma atleta esteve presente.
De acordo com números do comitê
Olímpico Brasileiro, em Moscou-1980, a delegação brasileira era formada por 94
homens e 15 mulheres. Em Atenas-2004, foram 125 homens e 122 mulheres e em
Londres-2012 foram 136 atletas do sexo feminino e 123 no masculino. “O Brasil
tem um histórico muito bom de igualdade de gêneros no esporte. A inclusão da
mulher no esporte é um movimento contínuo, sem volta. O O esporte hoje tem uma
entrada muito mais forte na sociedade, não só como inclusão social, mas como
uma opção de trabalho. Isso abre as portas também para as mulheres. A frase é
da gerente geral de e planejamento do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) Adriana
Behar.
Fonte: Noticias do Dia

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